Outros Projetos

Educação financeira na escola pública de São Paulo: desafios e possibilidades

Apresentador: Bruno Rafael Lotz
Graduação em Matemática do IFSP

Data: 24/09
Horário: das 14:00 às 15:30 horas

Local: Saguão 
do DM

Resumo: A implementação da disciplina de Educação Financeira na rede pública do Estado de São Paulo reflete uma tendência nacional de valorização de práticas pedagógicas que articulem conhecimentos matemáticos a situações concretas da vida cotidiana. Fundamentada em habilidades previstas na Base Nacional Comum Curricular (BNCC), particularmente no eixo da Matemática.

A proposta visa desenvolver competências que ultrapassam o domínio algorítmico e se estendem à formação de cidadãos críticos, conscientes e aptos a tomar decisões financeiras fundamentadas em princípios básicos de uma educação financeira.

Dessa forma, esta pesquisa foi elaborada com o objetivo de analisar qualitativamente a disciplina de educação financeira, recém-incorporada nas escolas públicas do estado de São Paulo, portando como base os fundamentos e habilidades descritos na base comum curricular (BNCC). A fim de encontrar possíveis problemas, soluções, considerações e reflexões acerca de questões observadas dentro da sala de aula pela perspectiva de professores de matemática em formação inseridos no projeto institucional de formação de professores (PIBID). Com auxílio de professores experientes por meio, principalmente, de reuniões quinzenais teve grande contribuição para a pesquisa e para o embasamento dos nossos relatos e perspectivas sobre o tema abordado. 

Além de nossas contribuições de dentro da sala da aula sobre a disciplina, também abordaremos nossas impressões sobre o material fornecido para os professores fazendo uma comparação com o objetivo da implementação da disciplina no currículo obrigatório nas escolas estaduais em conformidade com a BNCC.

Outro aspecto importante na nossa pesquisa é analisar como os alunos reagem com a disciplina, visto que majoritariamente os temas da disciplina são abordados de forma conexa com a realidade individual do aluno, sendo possível diversos momentos de participações e contribuições, além de ser extremamente necessário que os alunos se conscientizem sobre o valor do dinheiro, tendo a possibilidade de ajudar na conscientização do bom gerenciamento do dinheiro pessoal ou em conjunto com a família. 

O comportamento dos alunos, antes, durante e após uma avaliação de matemática.

Apresentador: Daniel Sebastião da Silva
Graduação em Matemática do IFSP

Data: 24/09
Horário: das 14:00 às 15:30 horas

Local: Saguão 
do DM

Resumo: O presente artigo tem como objetivo analisar o comportamento de estudantes do ensino médio em três momentos distintos: antes, durante e após uma avaliação de matemática. A metodologia adotada foi o relato de experiência, construído a partir de aulas de observação realizadas numa escola estadual  localizada num município do interior de São Paulo. Foram observadas turmas do 1º, 2º e 3º anos do ensino médio, com maior ênfase nos estudantes do 3º ano. As observações permitiram identificar que, antes da avaliação, predominavam sentimentos de ansiedade e insegurança; durante a aplicação, observou-se concentração, ainda que acompanhada de dificuldade de manutenção do foco por parte de alguns alunos; e, após a avaliação, o ambiente continuou assim por mais um tempo, com trocas de impressões acerca do nível de dificuldade das questões. Esses resultados evidenciam a relevância de considerar os aspectos emocionais envolvidos nas situações de avaliação, muitas vezes negligenciados no ensino da Matemática. A análise mostra também a necessidade de estratégias pedagógicas que promovam não apenas o domínio conceitual, mas também o desenvolvimento de competências socioemocionais como a autoconfiança, contribuindo para um ambiente mais acolhedor, equilibrado e propício à aprendizagem . O professor desempenha papel central ao criar condições que favoreçam tanto a segurança emocional quanto o desenvolvimento integral e saudável dos estudantes.

Downside com restrições de cardinalidade.

Apresentadora: Beatriz Cerqueira Tanaka
Graduação em Matemática da UFSCar

Data: 24/09
Horário: das 14:00 às 15:30 horas

Local: Saguão 
do DM

Resumo: A construção de carteiras de investimento envolve equilibrar risco e retorno de forma eficiente. O modelo clássico de média-variância de Markowitz fornece uma base teórica sólida, mas apresenta limitações quando aplicado diretamente ao mercado financeiro, especialmente pela ausência de restrições práticas. Uma dessas restrições é a cardinalidade, que impõe um número máximo de ativos permitidos na carteira. Essa limitação reflete decisões reais de investidores e fundos, que geralmente selecionam apenas um conjunto reduzido de ativos por questões de custo, gestão e liquidez.

Neste trabalho, investigamos o impacto da restrição de cardinalidade em carteiras de média-variância. Utilizando dados históricos de um conjunto de ações do índice S\&P 500 (ou B3), foram construídas fronteiras eficientes variando o número máximo de ativos $K$. A análise evidencia como a limitação de $K$ altera a diversificação, o risco e o retorno esperado das carteiras. Os resultados mostram que valores intermediários de $K$ tendem a oferecer um bom compromisso entre diversificação e simplicidade, ao passo que carteiras muito restritas perdem eficiência e carteiras muito amplas tornam-se de difícil implementação prática.

Assim, o estudo fornece uma visão didática e aplicada sobre os efeitos da restrição de cardinalidade, contribuindo para a compreensão de problemas reais de otimização de carteiras em finanças quantitativas.

O comportamento dos alunos, antes, durante e após uma avaliação de matemática.

Apresentador: Daniel Sebastião da Silva
Graduação em Matemática do IFSP

Data: 24/09
Horário: das 14:00 às 15:30 horas

Local: Saguão 
do DM

Resumo: O presente artigo tem como objetivo analisar o comportamento de estudantes do ensino médio em três momentos distintos: antes, durante e após uma avaliação de matemática. A metodologia adotada foi o relato de experiência, construído a partir de aulas de observação realizadas numa escola estadual  localizada num município do interior de São Paulo. Foram observadas turmas do 1º, 2º e 3º anos do ensino médio, com maior ênfase nos estudantes do 3º ano. As observações permitiram identificar que, antes da avaliação, predominavam sentimentos de ansiedade e insegurança; durante a aplicação, observou-se concentração, ainda que acompanhada de dificuldade de manutenção do foco por parte de alguns alunos; e, após a avaliação, o ambiente continuou assim por mais um tempo, com trocas de impressões acerca do nível de dificuldade das questões. Esses resultados evidenciam a relevância de considerar os aspectos emocionais envolvidos nas situações de avaliação, muitas vezes negligenciados no ensino da Matemática. A análise mostra também a necessidade de estratégias pedagógicas que promovam não apenas o domínio conceitual, mas também o desenvolvimento de competências socioemocionais como a autoconfiança, contribuindo para um ambiente mais acolhedor, equilibrado e propício à aprendizagem . O professor desempenha papel central ao criar condições que favoreçam tanto a segurança emocional quanto o desenvolvimento integral e saudável dos estudantes.

Dinâmica de um amor diferencial.

Apresentador: Antonio Gabriel Pontes dos Santos
Graduação em Matemática da UFSCar

Data: 24/09
Horário: das 14:00 às 15:30 horas

Local: Saguão 
do DM

Resumo: Equações diferenciais são uma ferramenta poderosa para modelar fenômenos que mudam ao longo do tempo, pois descrevem as interações entre duas ou mais variáveis. O propósito deste trabalho foi modelar o comportamento das emoções sentidas pelos personagens shakesperianos, Romeu e Julieta, a partir de sistemas lineares de equações diferenciais ordinárias, como proposto inicialmente por Strogatz \cite{book1}. Consideramos que as emoções de um personagem é afetada tanto pelos sentimentos do outro quanto dos seus próprios sentimentos. A partir de variações nos parâmetros da personalidade e das condições iniciais de seus sentimentos, analisamos a evolução dos sentimentos de cada personagem ao longo do tempo e classificamos os diferentes tipos de sistemas lineares planares possíveis.

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As Atividades Curriculares de Integração Ensino, Pesquisa e Extensão (ACIEPEs) são atividades curriculares complementares inseridas nos currículos de graduação, com duração semestral de 60 horas, valendo 4 créditos acadêmicos.

Os estudantes dos cursos de Licenciatura e Bacharelado em Matemática podem se matricular em qualquer uma constante no catálogo semestral de ACIEPEs, disponível no site da Pró-Reitoria de Extensão - ProEx.

 
Será um seminário de alcance interinstitucional dirigido especialmente por e para nossas e nossos estudantes de final de graduação ou início da pós-graduação,  com interesse em temas de topologia algébrica ou assuntos correlatos (sem definição precisa), permitindo a troca de informações e a criação de uma comunidade.
 
Acontecerá quinzenalmente, ao cair da tarde das segundas-feiras,  às 18 horas, a partir da próxima segunda-feira, 30 de agosto de 2021. 
 
Caso queira fazer parte da lista de divulgação, por favor escreva para: daniel.vendruscolo@ufscar.br
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